terça-feira, 17 de abril de 2012

CONSCIÊNCIA X INTELIGÊNCIA


A EVOLUÇÃO acontece a revelia de cada ser no Universo. Através das vidas recebemos as devidas lições de experiências e catarses corpóreas. Dor e prazer vão sendo registrados e formando nossa memória. É assim que vamos ficando com ciência ou CONSCIÊNCIA das coisas, daquilo que nos causou dor ou prazer. Buscamos a repetição deste e evitamos aquela. CONSCIÊNCIA é, portanto, uma coisa pessoal, atrelada à vivência de vidas de cada um. Assim, não se pode forçar uma pessoa a ser evoluída e trabalhar se ela ainda está ligada a hábitos animalescos de roubar presas que outros animais caçavam para comer. Muito menos, então, tornar um povo civilizado, respeitando os direitos alheios. Enquanto não assumirmos a responsabilidade de nossas atitudes em vez de atribuir nossas mazelas à vontade de um deus pai não teremos alcançado a CONSCIÊNCIA HUMANA, pois assim procedia nossos antepassados primatas, ainda nas cavernas.  A INTELIGÊNCIA, pelo contrário, é um mecanismo que obedece rigorosamente as leis da matemática e que é capaz de responder a padrões préfixados. Daí, não precisa ser um ser vivo para ser inteligênte. Um computador  é um  ser ineligente, aliás, estupidamente inteligente, pois, sem o menor traço de consciência é capaz de processar idiotices, se assim seu programador quiser. É como diz o Físico e Filósofo alemão Georg Lichtenberg (1742-1799):  “O homem pode adquirir conhecimento ou se tornar um animal, como ele quiser. Deus faz os animais, o homem faz a si próprio”.
                     Pedro Cabral Cavalcanti – autor do livro:




                O MITO DO DEUS PAI (Editora Biblioteca 24X7)



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sexta-feira, 13 de abril de 2012

O PERIGO DO “EU ROBÔ”


  Artigo publicado no Siste:         
    

Enquanto a maioria do povo do planeta terra vive em efetiva miséria, onde a fome e a peste, inclusive o flagelo da AIDS ainda predominam, vem a maior religião do país chamada mídia (em todas as suas modalidades) aliciar os incautos espectadores de seu deus eletrônico onde em seus assentos veneram a pomposidade de realezas, uma idiotice que só deveria existir nos livros de história e contando a realidade da insensatez sanguinária que levavam seus competidores aos tronos reais”.
       O ser humano terrestre possui em seu DNA um gene da inferioridade e busca sempre adorar alguém ou alguma coisa. O gene progrediu em sua inferioridade e agora além de considerar pessoas iguais a nós como superiores, dando-lhes o titulo de nobres, estão preparando os robôs para nos dominar. É isso que se passa na cabeça do ser humano terrestre. Ele não aceita ser o co-artífice da criação e o animal superior que habita o planeta. Estão desesperadamente buscando fazer um clichê eletrônico, um robô cuja  inteligência seja superior a sua e assim eles possam lhes obedecer e ser seus servos, se é que eles, os robôs, vão deixar algum ser humano vivo na Terra. Afinal, nós precisamos das máquinas, mas elas não precisam de nós para nada. As máquinas não têm sistema nervoso, logo não sentem emoção e, portanto, não terão piedade alguma de nós, se isso terrivelmente acontecer um dia. As máquinas estão aqui para nos auxiliar em tarefas de cálculos e serviços pesados e não para tomar nosso lugar.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

A ASTROLOGIA DA MENTIRA



                                   Por Pedro Cabral Cavalcanti

Artigo publicado no Site:
http://iartigos.com.br/psicologia-e-auto-ajuda/auto-ajuda/a-astrologia-da-mentira/
Parece um paradoxo o título deste artigo e o fato de eu afirmar que a Astrologia é a maior ciência de autoconhecimento que existe. Mas a astrologia da mentira é aquela astrologia barata e comercial que é praticada somente com o intuito de ganhar dinheiro, nada mais. E isso acontece porque seus clientes,  incautos e vaidosos, gostam de ouvir elogios a seu respeito, mesmo sem os merecer. Eles não querem saber a verdade e vivem numa eterna mentira. O que querem mesmo é ficar se iludindo, empurrando os problemas com a barriga. Digo isso por experiência própria. Faço Astrologia Cármica, um ramo da astrologia que relaciona os aspectos do mapa de nascimento com ações praticadas em vidas passadas e já mouvi de um consulente a frase ”você deveria dizer o que eu quero ouvir”, ou seja elogios a sua pessoa. Ao perceber a fragilidade da pessoa, o vivaldino ou até o ignorante com boas intenções, mas ausente das leis cósmicas começa a falar justamente o que o consulente quer ouvir. Para ele, esse é um bom “astrólogo”, diferente do outro que lhe disse os erros que cometera no passado. “Logo eu – diz o consulente – uma pessoa tão boa ter cometido tantos erros, isso não tem sentido. Bom é aquele astrólogo que me disse a verdade, que eu sou um anjo”. Ora, um anjo pode até ser na vida presente, mas no passado não foi  e veio para repara os erros.
O  povo de uma maneira geral é imediatista, quer que seus problemas sejam resolvidos com um passe de mágica, embora a origem dos seus erros tenha custado muitas vidas e machucado muita gente. Sendo assim, ninguém gosta de ouvir a verdade ao seu respeito porque ninguém gosta de saber que em vidas passadas foi um mau caráter, bandido ou coisa assim. Todo mundo quer ser santo e por isso “todos usam máscaras”. A verdade, porém, é outra. Cometemos erros e temos que resgatá-lo de um modo ou de outro e é melhor fazê-lo através de boas ações que podem corrigir melhor que com o sofrimento. Esse advém mais porque justamente ignoramos nossos erros e não procuramos praticar a tao falada caridade, não no sentido de distribuição de dinheiro, mas de boas ações. Mas o papel do astrólogo é dizer a verdade, custe o que custar, doa em quem doer. Ele deve elucidar os fatos e dizer ao consulente como fazer para corrigir na vida atual desafetos e desacertos de vidas passadas. O astrólogo é, assim, um conselheiro. Quem deve procurar corrigir os erros é quem os cometeu. O astrólogo não é um mágico, muito embora a astrologia esotérica antiga e indiana use certos recursos materiais como metais e pedras preciosas para captar energias dos planetas como fazem os pára-raios. Mas de um modo geral, o tratamento deve ser holístico, buscar todas as maneiras possíveis para arrefecer os maus aspectos e lhe dar condições de sobreviver para repará-los com boas ações
De uma maneira geral, a astrologia pessoal é praticada de modo impessoal, envolvendo todos os aspectos do céu. Acontece que somente os aspectos existentes no mapa de nascimento farão efeito na pessoa durante sua vida. Por exemplo, se alguém tem aspecto entre o sol e a Lua estes aspectos quando repetidos no céu afetarão a pessoa, é se esses planetas não fazem aspecto no mapa de nascimento não importa que eles façam aspecto em tempo algum em sua vida. Outro caso é o da luz cheia que é uma oposição entre o sol e a Lua. No primeiro lance como a luz representa o povo parece que o aspecto significa muita gente e, portanto, a pessoa muito popular e aí está o engano, muita gente sim, mas como é oposição se a pessoa trouxer esse aspecto no nascimento indica impopularidade e não popularidade. Porém, se a pessoa não traz mau aspecto no nascimento a luz cheira não traz benefício nem prejuízo para ele.




sexta-feira, 30 de março de 2012

AMOR X PAIXÃO



            AMOR X PAIXÃO
Muitos confundem amor com paixão
Amor é querer o bem da passoa amada
E paixão é tão somente tesão
Mas quem ama também sente paixão

quando a paixão se acaba
o tesão vira tensão
é um acusando o outro
E tudo acaba em separação

E  continuam falando errado
Que o amor acabou
Mas o amor não acaba nunca
Somente a paixão é que findou

Na paixão vive o ciúme
Que dizem ser o tempero do amor
Mas ciume é sentimento de posse
E é  por isso que cuasa tanta dor

Neste nivel material
Que tanto nos faz padecer
Devemos do cônjuge amenizar
E não aumentar o seu sofrer

Quem quiser ser feliz
busque somente o amor
Pois nem mesmo somos donos
De nosso corpo sofredor


O MITO DO DEUS PAI



Este livro mostra que o problema não está na crença da existência ou não de Deus, pois se existimos é porque algo nos criou. O problema está na natureza do criador. O Universo é infinito, portanto, nada pode criar o Infinito, uma vez que nada pode ser maior que ele. Então só nos resta uma alternativa: O próprio Universo é o criador. Mas como o Universo seria o próprio criador? Sabemos que tudo no Universo é regido por uma LINGUAGEM MATEMÁTICA. Hoje, os cientistas já sabem queo universo todo é permeado por uma energia que eles chamam de Energia Escura, porque ninguém a vê.  Ora, uma energia infinita e regida por uma linguagem matemática é uma ENERGIA INTELIGENTE. Logo, o próprio Universo é um CAMPO INFINITO DE ENERGIA INTELIGENTE.  Esta teoria se encaixa na filosofia taoista que diz: Tao (o Universo Imanifesto, Deus) gera Ki (uma energia secundária já pertencente ao universo relativo), pois se divide em Yang e Yin e gera tudo que existe. É daí, talvez, que surgiu a frase “Deus criou o universo” traduzindo como Tao (o Universo Infinito) criou Ki (o universo relativo), somente assim ela faz sentido. E isso me leva ao conceito de que estamos dentro de um CHIP INFINITO, o Universo com todo seu mecanismo interno seria, portanto, um COMPUTADOR INFINITO, não manobrado por alguém de fora como no filme Matrix, mas manobrado por nós mesmos dentro dele. Qualquer coisa que quisermos fazer podemos, desde que obedeçamos suas leis (manifestadas na matemática, física e química). Ora, se consideramos Deus como uma Inteligência Infinita, o seu oposto seria o nada e a ignorância e não o diabo, uma figura humana distorcida com chifres e pé de bode.
Leiam o livro O MITO DO DEUS PAI (Editora Biblioteca 24X7) e saibam a verdade sobre o Universo e sobre nós. Vocês podem pedir pelo site da EDITORA BIBLIOTECA 24X7 ou na LIVRARIA CULTURA, e meus parabens!

JESUS X CRISTO


Muita gente não acredita na existência de Jesus. Pessoalmente o que eu não acredito é que tantos seguidores tenham arriscado suas vidas participando de rituais em catacumbas  sob a ameaça de prisão e execução hedionda por um ser que nunca tenha existido.  Agora, para mim, há uma grande diferença entre Jesus histórico e o Cristo arquitetado pela religião, ou melhor, por Constantino que oficialisou o cristianismo e incorporou a Jesus o personagem do deus egípcio Mitres a quem ele reverenciava. Este sim é o Cristo (ungido), um ser mítico falado nas escrituras.
      Existem detalhes nas histórias contadas sobre Jesus que merecem uma análise lógica. Há uma passagem em Marcos (e somente ele narra assim) em que Jesus cura um cego, impondo as mãos sobre seus olhos. Na primeira vez a energia empregada por ele não foi suficiente para arranjar as células e o cego diz que está vendo as pessoas como árvores. Ele então impõe as mãos  pela segunda vez e depois o cego diz estar vendo bem. Será que os escribas teriam o cuidado para ilustrar uma estória dessa maneira? Parece que não. Se eles estivessem falando simplemente de um milagre, por que tudo não foi resolvido da primeira vez?
      Não se sabe por que razão alguns pintores medievais colocaram perto da cruz de Jesus naves espaciais. De onde eles tiraram tal informação? Parece que eles tiveram acesso a textos que não não temos. E a pintura da anunciação de Maria, com um raio vindo de uma nave sobre sua cabeça? Ora, são vários os personagens históricos que foram filhos de virgens, ou melhor, em linguagem atual filhos hibrido entre humanos e extraterrestres, vindo de uma inseminação artificial. Mesmo depois de Jesus temos o caso de Confúcio. Uma  mulher que dormiu com um anjo e sem ter relação sexual ficou grávida dele. Em pleno século XX há relatos de bebês híbridos. Então essa é uma prática que acontece na Terra há milênios.
      Há coisas narradas, entretanto, que logo de cara vemos que se trata de embuste, de algo que foi articulado propositadamente no intuito de mistificar a história. Este, por exemplo, é o caso da crucificação de Jesus. Vejamos alguns pontos.
1- Jesus tinha sabedoria do que lhe acontecer e neste caso não tinha o menor sentido esperar para seu flagelo. Seria burrice, pois Buda provou que o maltrato do corpo não traz nenhum beneficio para evolução espiritual. A crucificação não aconteceu e tudo foi ligado ao deus Mitres como se fala. Os três dias correspondem ao solstício. Mesmo assim, Jesus foi um espírito se luz que veio para explicar o modo de comportamento humano. Esta é a versão que acredito.
2- Jesus tinha sabedoria do que lhe ia acontecer, mas esperava que as naves extraterrestres interviessem antes de seu flagelo. O que só aconteceu com ele já crucificado. Mesmo assim, a falta de contato já o deixaria a ponto de fugir e escapar do flagelo. Se não o fez, foi burrice esperar o flagelo, o que não condiz com um ser superior.
3- A crucificação foi uma encenação como acontece com alguns fanáticos na Índia. Neste caso, Jesus era um fanático e não um ser de luz.
4- A crucificação aconteceu como fala Spencer Lewis em seu livro a Vida Mística de Jesus, mas ele foi tirado da cruz vivo e passou 3 dias se convalescendo na tumba de Arimatéia. Neste caso, Jesus não passava de um profeta e não era um espírito superior, pois não foi capaz de prever o flagelo. Fugiu para a Índia e ficou conhecido como Santo Issa ou santo Yuz Asaf (Essa história merece uma investigação profunda, pois mostram fotografia de seu túmulo e um bloco de pedra no santuário parece mostrar pés com marcas de pregos). Lá se casou teve filhos e morreu de morte natural bem idoso.
      Em caso algum, entretanto, justifica-se pensar que existe algum ser no Universo, quer seja Jesus, Deus, buda, Chrisna etc. que esteja a nossa disposição para nos atender a qualquer hora, privando-o assim de sua liberdade. Desta forma, tal personagem seria um mero escravo, pois sua vida não pertenceria a ele, o que é um ABSURDO!
Não creio que quem oficializou o chamado (por eles) de cristianismo teve a intenção de levar alguma mensagem boa para a humanidade. Acho que a intenção era mesmo de AMEDRONTAR e assim ter o controle da situação, MANIPULANDO A MASSA IGNARA. E conseguiram, pois são mais de dois mil anos de dominio, com explicações burlescas lhes dizendo inclusive de que quando se sofre é por que o deus pai gosta muito deles e está lhes pondo a prova para ver o grau de sua fé. Esta é a desculpa que os religiosos têm para justificar a miséria humana. Acho que Napoleão logo percebeu isso, pois, segundo me consta, colocava a Biblia na estante na parte de política.